Em publicação no Diário Oficial da União desta quinta-feira (30/1), a Controladoria-Geral da União declarou a construtora Queiroz Galvão inidônea para realizar novos contratos com a administração pública por um prazo inicial de dois anos, que pode ser prorrogado.

Em nota, a Queiroz Galvão disse que ainda não se informou sobre a decisão da CGU, mas que vai recorrer à Justiça para continuar participando de licitações públicas.
“A Construtora Queiroz Galvão informa que tomou conhecimento da publicação da decisão da CGU hoje [quinta-feira 30]. Esclarece que a decisão não tem eficácia imediata e que apresentará recurso, com efeito suspensivo, no prazo legal”, afirmou em nota.
De acordo com a CGU, a medida foi aplicada porque a empresa atuou em “defesa de interesses escusos e particulares, de forma concertada e ardilosa, frustrando, direcionando e fraudando certames licitatórios direcionados na Petrobras em conluio com outras empresas”. A empreiteira tem dez dias para recorrer.
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